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terça-feira, 4 de março de 2014

Pit Bull (American Pit Bull Terrier)

O Pit Bull impressiona à primeira vista por ser um cão de força, paixão e força de vontade ilimitada. Sua cabeça tipo tijolo, especialmente larga entre as bochechas (para abrigar suas poderosas mandíbulas) se encaixa em um pescoço musculoso e bem definido. O pescoço se prolonga até um tórax profundo, largo e bem arqueado. O American Pit Bull é muito musculoso, atarracado, mas ainda assim um cão ágil que é extremamente forte para seu tamanho. As orelhas costumam ser cortadas, embora isso seja opcional. Os dentes devem formar uma mordedura em formato tesoura. Sua pelagem é feita de pelos curtos, espessos e brilhantes. Todas as cores são aceitas. A cauda se afina a um ponto.
 
 
Família: terrier, mastiff (bull)
Grupo do AKC: Terriers
Área de origem: Estados Unidos
Função Original: bullbaiting, cão de luta
Outros nomes: APBT
Posição no ranking de inteligência: N/A
Padrão da raça: confira aqui
Altura: 35 – 60 cm
Peso: 10 – 35 kg
O American Pit Bull Terrier é ao mesmo tempo forte e ágil. O peso e altura individuais são menos importantes do que a proporção certa entre os dois. Um equívoco muito comum é que eles são musculosos pesando em torno de 39 kg ou mais.
 
 
Origem do American Pit Bull Terrier
 
Desenvolvido a partir dos antigos tipos Bull e Terrier, o American Pit Bull Terrier foi criado como um cão faz-tudo de fazenda, trabalhando como um guardador de gado e porcos. Algumas pessoas direcionaram seus talentos para os esportes de luta. A tenacidade dessa raça e a força que a acompanha são incomparáveis no mundo canino. Por mais rica e cativante que seja a história da raça, o futuro do Pit Bull é ainda mais digno de comentários. Alguns defensores da raça argumentam que ela era originalmente o antigo bulldog. Antigas gravuras e esculturas dão razão para que se acredite nisso. Elas mostram cães que se parecem com a raça atual, fazendo coisas que o cão ainda é capaz de fazer. Para mais informações sobre essa teoria leia os livros de Richard F. Stratton. O APBT, como registrado pela UKC, é uma raça individual de cachorro e não se refere apenas a um tipo grosseiro, mestiço, guerreiro e irracional. Ao mesmo tempo, o Pit Bull foi um companheiro muito amado e confiável. Pessoas que escolheram treinar esses cães para a luta são as maiores responsáveis pelo seu banimento e pela caça às bruxas que vem varrendo os EUA. A mídia, porém, não deve ser ignorada, pois também é responsável por crescentes incidências isoladas de forma implacável e chamativa. Em muitos casos, quando a mídia se refere a um ataque de um Pit Bull, nem é mesmo um Pit Bull, mas uma mistura de raças diversas ou de vários bulls juntos. Por exemplo, houve uma notícia no KYW news na Filadélfia, sobre dois Pit Bulls que atacaram uma pessoa. Os cães não se pareciam com Pit Bulls, mas com uma mistura de Boxers. O canal de notícias foi chamado e perguntaram se eles sabiam se os cães eram de fato American Pit Bull Terriers ou a mistura de outros bulls, ou vira-latas. Eles afirmaram que não sabiam, e que deviam chamar a polícia para verificar a informação. Foram questionados se poderiam divulgar algo se não tinham certeza. Não souberam o que responder e não tinham certeza da raça dos cães. Mesmo depois de admitir no telefone que de fato não sabiam as raças dos cães em questão, continuaram a chamá-los de Pit Bulls nas reportagens. Por que? Porque o nome Pit Bull vai chamar muito mais a atenção do público. O futuro do Pit Bull foi talvez irremediavelmente desfeito e todos são culpados, exceto o próprio cão. Esse cão muito leal está pronto para agradar seu dono, e ironicamente esta é a raiz de sua própria ruína. Acompanhando essa necessidade de agradar estão suas notáveis habilidades de todos os tipos. Jack Dempsy, Teddy Roosevelt e Jack Johnson são apenas algumas pessoas que tiveram Pit Bulls. Pit Bulls se destacam em praticamente todas as tarefas caninas, incluindo pastoreio, caça, guarda, policiamento e tração. Um Pit Bull chamado Banddog Dread detém mais títulos caninos de trabalho do que qualquer outra raça. O nome da dona é Diane Jessup e você pode consultar seu livro “The Working Pit Bull.” Ela conta todas as realizações de Dread. Esses cães são realmente capazes de muitas tarefas. A diferença entre os Pits e osAmerican Staffordshire Terriers é difícil. Até os criadores não chegam a um acordo. A diferença principal é a linhagem. Amstaffs são cães de exposição e promotores de luta não vão usar cães com sangue Amstaff. Com o passar do tempo, haverá mais do que uma diferença. Muitos têm registros duplos comoAmstaffs na AKC e como Pits na UKC.
 
 
Temperamento
 
Pit Bull com bebêO American Pit Bull Terrier (APBT) tem grande prazer em agradar. O APBT despertou mais respostas emocionais humanas, racionais e irracionais, do que quaisquer outras raças existem hoje. De forma alguma esses cães são odiadores ou comedores de pessoas. Suas tendências agressivas naturais são direcionadas a outros cães e animais, não a pessoas. Porém, se forem corretamente socializados com firmeza, mas também calma e confiança por um consistente líder, eles não serão agressivos nem mesmo com animais. O American Pit Bull Terrier é um cão bem-humorado, divertido, extremamente leal e afeiçoado a família e é bom com crianças e adultos. Quase sempre obediente, está sempre ansioso para agradar seu mestre. É um cão de guarda extremamente corajoso e inteligente e muito cheio de vitalidade. Altamente protetor de seus donos e da propriedade deles, ele vai lutar contra um inimigo até a morte. Geralmente é muito amigável, mas tem uma incrível habilidade pra saber quando é necessário proteger e quando tudo vai bem. O American Pit Bull Terrier pode ser voluntarioso com donos mais mansos e precisa de uma mão forte. Geralmente se dão bem com outros animais de estimação desde que tenham sido criados juntos. São amigáveis, mas não recomendados para a maioria das pessoas, pois muitos não entendem como criá-lo devidamente e como tratar um cão. Os problemas surgem quando não se compreende seu comportamento natural, tratando o cachorro como se ele tivesse emoções humanas, o que leva a um cão que pensa ser o dono da casa. Para um cão menor e não tão forte, as pessoas podem às vezes seguir por esse caminho, porém, com uma raça forte, é necessário entender e seguir os conceitos da criação de um cachorro. Um guia excelente para aprender como tratar corretamente um cachorro é “O Encantador de Cães” de Cesar Millan (recomendado para todos os donos de cães, independentemente da raça que possuem). Excelente com as crianças da família, eles têm alta tolerância a dor e vão participar alegremente de brincadeiras infantis mais agressivas. Como qualquer raça, eles não devem ser deixados sozinhos com crianças desconhecidas. Usados como cães “faz tudo” em fazendas, eles eram chamados de “cavalos dos pobres”. Depois foram usados como cães de briga. Os poderosos American Pit Bull podem atacar o pescoço de cachorros estranhos. Um mínimo de treinamento, juntamente com a devida quantidade de exercícios e um líder firme, irão produzir um cão tranquilo e obediente. Socialize-o muito bem quando jovem para combater tendências agressivas e certifique-se de manter o cão sob controle quando outros cães estiverem presentes. Ensine a esse cão o respeito pelos humanos não permitindo que pule em cima das pessoas ou que ele passe pela porta antes de você. Os humanos devem fazer o cão caminhar alinhado ao calcanhar ou alguns passos atrás. Ele tem mostrado excelentes resultados como cão de guarda, mas ao mesmo tempo é estimado como cão de companhia. O objetivo ao treinar esse cachorro é conquistar o status de líder do bando. O instinto natural de um cachorro é ter um líder do grupo. Quando nós humanos vivemos com os cães, nos tornamos seu grupo. O grupo coopera sob um único líder; limites são claramente definidos e regras são estabelecidas. Você e outros humanos DEVEM se colocar acima do cachorro nessa hierarquia. É a única forma desse relacionamento ser bem sucedido. Quando treinado e socializado corretamente, esse é um cachorro muito bom e um grande companheiro da família. Infelizmente, algumas pessoas preferem estimular os instintos de luta da raça, dando-lhe uma péssima fama.
 
 
Saúde do Pit Bull
 
Uma raça geralmente saudável, embora alguns sejam propensos a displasia do quadril, cataratas hereditárias, alergias a grama e doença cardíaca congênita.
 
Pits vivem bem em um apartamento se fizerem exercícios suficientes. São muito ativos dentro de casa e podem viver bem sem um quintal, desde que possam se exercitar. Ele prefere climas quentes.
 
Os American Pit Bull Terriers precisam fazer muitos exercícios regularmente e de serem levados para longas caminhadas diárias.
 
Expectativa de vida: 12 anos
 
 
MITOS, LENDAS E A REALIDADE
 
Criança cercada por Pit BullsMencione as palavras “Pit Bull”, e um intenso debate é quase inevitável. Reprodução sem escrúpulos por cidadãos sem princípios, relatos negativos sensacionalistas (e geralmente falsos) da mídia, e antigos mitos em torno desses tipos de cães levaram a sua difamação. Alguma pessoas, em resposta a percepções equivocadas sobre a raça, acreditam que todos os Pit Bulls devem ser temidos e promovem o banimentos dessas raças. Defensores dos Pit Bull, profundamente dedicados a proteger esses cães, pois sabem que são amigáveis, leais, companheiros familiares amorosos, são tão determinados quantos os cães aos quais dedicam proteção.
 
O termo geral “Pit Bull” se refere a um número de raças e misturas, incluindo American Pit Bull Terriers, American Staffordshire Terriers, Staffordshire Bull Terriers, Bull Terriers, American Bulldogs e todos os cães nascidos ou semelhantes a essas raças. Os Pit Bulls são cães fisicamente poderosos, fortes, ágeis e enérgicos, com uma incomparável alegria de viver. Também são conhecidos pela determinação com que realizam qualquer tarefa. Essas características podem às vezes se juntar fazendo o Pit Bull “cachorro demais” para um dono inexperiente ou uma família com crianças pequenas, mas isso com certeza não quer dizer que eles não possam ser cães amáveis e maravilhosos nos lares certos.
 
Mito: Pit Bulls tem mandíbulas travadas e uma força maior do que outras raças.
Realidade: Não há mecanismos únicos nas mandíbulas dos Pit Bulls e esses cães não podem travar a mandíbula. Além disso, em um teste de pressão de mordedura que incluiu um Pastor Alemão, um Rottweiler e um American Pit Bull Terrier, esse último teve a menor quantidade de pressão por mordida.
 
Mito: Pit Bulls são ferozes com as pessoas ou mais perigoso que outros cães.
Realidade: Não há espaço para agressão humana em no comportamento Pit Bull, e a realidade é que a maioria deles não é agressiva com as pessoas; muitos são extremamente sociáveis e adoram crianças. Um Pit Bull que passe por uma avaliação comportamental não representa uma ameaça para as pessoas mais do que qualquer outro cão. O Teste Americano de Comportamento (veja The American Temperament Society em www.atts.org) mostra que Pit Bulls constantemente marcam pontos acima da média de todas as raças ao longo dos anos. Em dezembro de 2007, os American Pit Bull Terriers tiveram uma taxa de aprovação de 84.3 porcento em comparação a outras raças que alcançaram 81.6 porcento.
 
Mito: Adotar um Pit Bull é o mesmo que adicionar qualquer outro tipo de cão em sua família.
Realidade: Enquanto em matéria de comportamento os Pit Bulls seja excelentes companheiros para as familias, a realidade é que adotar um Pit Bull requer algumas considerações especiais:
• Agressões entre cães pode ser um problema com eles, e apesar de seus grandes esforços de socialização, um Pit Bull pode se tornar agressivo até atingir a maturidade (aproximadamente dois anos). Isso irá afetar sua capacidade para ter outros animais de estimação em casa, assim como sua responsabilidade em garantir que ele nunca tenha a oportunidade de ferir o querido animal de alguém.
• Os Pit Bulls enfrentam a incompreensão e o preconceito de muitas pessoas que não sabem muito sobre eles, por isso a adoção requer uma disposição para avaliar as preocupações de seus amigos e vizinhos e para educá-los sobre Pit Bulls em geral e sobre seu cão em particular.
 
Preconceito e discriminação podem ir além de indivíduos, e em alguns lugares podem incluir legislações locais que proíbem Pit Bulls na comunidade. Certifique-se de verificar a legislação local antes de adotar ou de se mudar com seu Pit Bull. Seguros de imóveis também podem ser um desafio se você mora com um Pit Bull, mas há companhias de seguros que não fazem discriminação baseada na raça do cachorro.
 
A realidade é que, como em todas as raças, há ótimos Pit Bulls e aqueles que, devido a erros na criação, manuseio ou socialização, não são adequados como cães de estimação. Enquanto pedimos abrigos e resgates para realizar uma avaliação comportamental em todos os cães que participam desses programas, é particularmente importante garantir que isso tenha sido feito com o Pit Bull que você vai adotar. Enquanto um erro de julgamento, mesmo com um cachorro pequeno, possa ter sérias consequência, um erro similar com uma raça grande e forte como um Pit Bull (ou AkitaRottweilerMastiffLabrador Retrieveretc.) pode ser mortal.
 
Se você estiver preparado, conhecer as leis locais, e decidir que um Pit Bull se encaixa em sua família, pense em adotar um de um abrigo ou grupo de resgate que avalia cuidadosamente seus cães. Meu cão Mojo adotado, possui o característico entusiamo, a determinação, a energia, o amor à vida característicos dos Pit Bulls. Sua teimosia é às vezes um desafio para meus outros cães e para mim. Às vezes eles têm dificuldade em convencê-lo de que não querem mais brincar. Da mesma forma, muitas vezes eu não consigo convencê-lo de que sentar no meu colo e lamber meu rosto não é a coisa que mais gosto no mundo (mas, verdade seja dita, até que chega perto disso!).

Leia mais: Pit Bull (American Pit Bull Terrier) http://tudosobrecachorros.com.br/2013/02/american-pitbull-terrier.html#ixzz2v2JMQce5

Pinscher

Tudo que deve saber antes de comprar um Pinscher


(Imagem: Shutterstock)
Pinscher, na realidade é um gênero de raças que engloba desde o Pinscher miniatura que conhecemos até Dobermans e Schnauzers. Todas essas raças são descendentes dos grandes Pinschers Alemães, grandes cães de pêlo liso que, antigamente, eram muito usados para caçar ratos, nas ruas, e também serviam de boiadeiros, e hoje já estão extintos.
O Pinscher miniatura, ou somente Pinscher, como conhecemos,e apareceu no século XIX, por volta do ano 1879, quando foi reconhecido como uma raça. Acredita-se que sua origem seja docruzamento seletivo de Pinschers Alemães.
É considerada a menor raça de guarda no mundo.Reconhecidamente, é um canino que requer cuidados práticos, e seu tamanho o torna ideal para se adaptar bem em diversos ambientes.
É um cão fácil de se adestrar, muito inteligente. Apesar de seu tamanho diminuto, pode ser bastante corajoso e feroz e, mesmo não assutando muito com sua aparência, é, sem dúvidas, um ótimo “alarme” para a presença de estranhos.

Principais características

  • Coloração:  a mais comum é preto com caramelo, havendo variações de totalmente preto, marrom e, muito raramente, cinza.
  • Expectativa de vida: de 14 a 16 anos.
  • Altura média: fêmeas, até 30 cm, e machos, até 35 cm.
  • Peso médio: 3,5 kg a 4,5 kg.
  • Nível de energia: alto.
  • Pelagem: lisa e curta.
  • Qualidades: é inteligente, bom guardião e fácil de educar. Também, dócil, brincalhão e agitado.
  • Preço: de R$ 350,00 a R$ 1.500,00, dependendo do tamanho e da linhagem.

Conheça mais sobre esse diminuto cão de guarda

1) Temperamento

Apesar da fama de agressivo, é muito dócil e amoroso.

(Imagem: Shutterstock)
Apesar de seu carater de cão de guarda, o Pinscher é muito dócil, amoroso e apegado aos donos.
É bastante brincalhão e é capaz de se divertir com qualquer coisa ao seu redor. Também é muito valente e de personalidade forte. Sendo muito inteligente, ocupa 36º lugar no ranking e é considerado um cão que aceita e aprende facilmente o adestramento. Muito ativo, com muita vitalidade, energia e apegado ao seu dono.
É um cão de guarda nato, tanto que, em apresentações caninas, desfila imponente ao lado de Dobermans e Pastores Alemães. Talvez por isso seja tão valente e não tenha idéia de seu real tamanho.
Tem fortes instintos de defesa do território e do seu dono. Por seraltamanete territorialista, é bastante desconfiado com pessoas desconhecidas e, sem a educação e o adestramento correto, não vai pensar duas vezes antes de avançar em uma visita que venha dar um abraço em seu dono de forma repentina. Mas, se educado corretamente, essa proteção excessiva, que facilmente é confundida com agressividade, é controlada e, aos poucos, os convidados vão ganhando espaço com o cãozinho.

É uma raça bastante carinhosa e costuma seguir o dono por todas as partes.

2) São muito vocais

Os latidos insistentes podem ser controlados.


(Imagem: Shutterstock)
Pinscher latem, e bastante. Apesar de terem ganhado fama de “chatos”, devido aos latidos insistentes, esse comportamento pode apresentar uma grande melhora se forem adestrados corretamente.
É uma raça que, se treinada, não vai latir por qualquer motivo, mas certamente vocalizará quando sentir que algo representa algum tipo de risco.
A fama de raça neurótica e histérica não é sem razão: Pinschers usam o latido para quase todas as suas formas de comunicação e, para um observador, não é difícil perceber as mudanças nos tipos de latidos em diferentes situações.
Muitos Pinschers latem excessivamente, e até rosnam, porque são incentivados por seus donos, que acham “bonitinho e engraçadinho” um cachorro tão pequeno com uma postura tão corajosa, que o faz reagir tão ferozmente. Esse comportamento gera cães estressados, agressivos e, nesse caso, até alguns histéricos e neuróticos.

3) A mestiçagem da raça e seus perigos

Os cruzamentos inescrupulosos trazem sérias consequências.

(Imagem: Shutterstock)
O Pinscher é um descendente de uma antiga raça alemã de mesmo nome, e o padrão da raça determina que esse cão tenha características muito bem definidas, crânio chato, orelhas em pé e olhos amendoados.
Com a crescente procura por animais ainda menores, começaram a criar o Pinscher Anão, que é ainda menor que o Pinscher convencional. Essa criação foi feita a partir do cruzamento selecionado de exemplares bem pequenos. No entanto, a busca por deixá-lo ainda menorzinho fez com que a raça fosse cruzada frequentemente com Chiauauas, o que se torna bastante claro e é evidenciado  pelas orelhas laterais, olhos saltados e arrendondados e o crânio também arredondado, em forma de maçã.
A mestiçagem de Pinschers, tanto entre si para serem menores quanto com Chiuauas, não traz apenas diferenças físicas que ficam fora do padrão da raça, mas podem trazer sérios problemas comportamentais quanto aos filhotes.
A grande maioria dos Pinshcers agressivos e altamente vocais é mestiça. Isso acontece porque, na hora do cruzamento, os animais são selecionados exclusivamente por seu tamanho, e seus criadores ignoram sua personalidade. Ao cruzar cães com comportamento agressivo ou muito barulhentos, as crias certamente apresentaram a mesma conduta, pois esse comportamento é genético.

4) É um cão que exige cuidados simples

Sua pelagem lisa e curta facilita a vida dos donos.

O Pinscher é um cão que requer o mínimo de cuidado no que diz respeito à sua higiene e cuidados gerais. Sua pelagem curta e lisa é bastante limpa e sedosa.
(Imagem: Shutterstock)
Soltam pouquíssimos pelos e não precisam ser escovados nem banhados com muita frequência. O maior cuidado que se deve ter com um Pinscher está ligado ao seu tamanho e à sua personalidade. Por ser um cão bastante valente, destemido e agitado, é bastante propenso a acidentes, o que requer atenção.
Também é bom que suas brincadeiras com crianças sejam sempre supervisionadas, pois, apesar de serem muito amáveis com crianças, se a brincadeira for um pouco mais brusca, o cãozinho pode se machucar e, o pior, buscar retaliação.
O relacionamento do Pinscher com outros cães também requer alguns cuidados. Se não for socializado desde filhote, ele pode se tornar agressivo e até atacar os outros pets, por isso, é sempre bom ter atenção.

5) Problemas de saúde

É um cão bastante saudável e que apresenta grande longevidade.

(Imagem: Shutterstock)
O Pinscher, em geral, tem umaótima saúde, é um cão com grande longevidade e bastante energia. No entanto, tem  propensão a algumas condições:
  • luxação patelar, provocando o deslocamento do joelho, que é uma doença hereditária;
  • necrose da cabeça do fêmur, que também é hereditária;
  • dentição dupla – os dentes de leite não caem;
  • quando alimentados incorretamente, os Pinschers podem ter infecção intestinal grave, com sangramento nas fezes;
  • tem tendência à obesidade, precisando de alimentação balanceada e controlada.

Um cão de guarda versão pocket

Então, animou-se para ter um Pinscher? Esse cãozinho corajoso circula entre os grandões como um igual, é inteligente, muito carinhoso e protetor com relação à família.
Sua vocalização excessiva pode incomodar a muitos, então, antes de comprar um filhote, pense bem se ele se encaixa no seu estilo de vida e tenha certeza de que não vai comprar uma longa briga com os vizinhos. Um cãozinho é um compromisso de longo prazo, por isso, tenha certeza de que consegue conviver com todas as facetas de sua personalidade. Essa é uma decisão que deve ser muito bem pensada, pois, além de tudo, se você se dedicar, receberá muito amor em troca!

lulu da pomerania / Spitz Alemão Anão (Mini)

Lulu da PomerâniaCom origem entre as raças de cães mais antigas da Europa Ocidental, o Lulu da Pomerânia – nome popular para a versão miniatura da raça Spitz Alemão – é ativo, inteligente e dono de uma beleza singular.
A índole dócil e o gosto por brincadeiras fazem dele uma companhia graciosa e divertida, mas é preciso impor limites já que esta raça possui uma personalidade um tanto atrevida. Se você tem um, sabe do que estou falando, eu diria até que ele chega a ser esnobe quando quer.
A desconfiança com pessoas estranhas e o comportamento sempre alerta o tornam um bom guarda de plantão, capaz de avisar a todos com seus latidos quando alguém se aproximar da casa ou dos arredores.
Atualmente o Lulu da Pomerânia leva o título de cachorro mais fofo do mundo, tendo como seu representante o filhote "Boo" de J.H Lee.
  • Qualidades da raça

  • ENERGIA
  • GOSTO POR BRINCADEIRAS
  • AMIZADE COM OUTROS CÃES
  • AMIZADE COM OUTROS ANIMAIS
  • AMIZADE COM ESTRANHOS
  • NECESSIDADE DE EXERCÍCIO
  • APEGO AO DONO
  • FACILIDADE DE TREINAMENTO
  • GUARDA
  • CUIDADOS COM HIGIENE

Chihuahua

O Chihuahua é a menor raça de cachorro do mundo e encanta pelo seu tamanho e pelo seu olhar meigo e carinhoso. É preciso tomar cuidado com eles pela casa, pois são muito pequenos, principalmente quando filhotes.

Família: companhia, Sul (pariah)
Grupo do AKC: Toys
Área de origem: México
Função Original: cerimonial
Tamanho médio do macho: Alt: 15-22 cm, Peso: <3 kg
Tamanho médio da fêmea: Alt: 15-22 cm, Peso: <3 kg
Outros nomes: nenhum
Posição no ranking de inteligência: 67ª posição

Origem e história da raça
 
Chihuahua
Pelo curto e pelo longo
A menor raça do mundo, o Chihuahua tem uma história polêmica. Segundo uma teoria, a raça surgiu na China e foi levada para o Novo Mundo por comerciantes espanhóis, onde foi cruzada com raças nativas muito pequenas. Outra teoria afirma que a raça surgiu mesmo na América do Sul, descendente dos nativos Techichi, um cão pequeno e mudo que era às vezes sacrificado em rituais religiosos Toltecas. Dizia-se que havia um cão pequeno e vermelho que guiava as almas até o submundo, e toda família Asteca tinha um cachorro assim, que era sacrificado e cremado juntamente com cada membro falecido na família. Pra piorar ainda mais a situação do Techichi, os Toltecas e seus conquistadores, os Astecas, costumavam comer cachorros e o Techichi pode ter feito parte do cardápio algumas vezes. Apesar de ter vida curta, os Techichis eram bem cuidados pelos sacerdotes ou por suas famílias. Na verdade, a origem mais provável do Chihuahua é uma combinação dessas três teorias: O Techichi nativo foi cruzado provavelmente com os cães chineses minúsculos e sem pelos, mas a data em que isso aconteceu é incerta. Os cães chineses podem ter sido trazidos por uma passagem no Estreito de Bering ou, mais tarde, pelos comerciantes espanhóis. Quando Cortes conquistou os Astecas no século 16, os cachorrinhos foram abandonados e deixados pra se virar sozinhos. Cerca de 300 anos depois, em 1850, três cães minúsculos foram encontrados em Chihuahua, no México. Alguns poucos foram levados aos Estados Unidos, mas ganharam pouca atenção. Apenas quando Xavier Cugat (“o rei rumba”) apareceu em público tendo um Chihuahua como companheiro, a raça conquistou o coração do público. A raça teve um crescimento meteórico e continuou como uma das raças mais populares da América.
 
 
Temperamento do Chihuahua
 
O atrevido Chihuahua conquistou seu lugar como cachorro toy preferido por sua intensa devoção a uma única pessoa. Ele é reservado com estranhos, mas geralmente se dá bem com outros cães e animais da casa. Alguns tentam ser protetores, mas não são muito eficientes nisso. Alguns podem ser corajosos, e outros mais tímidos. Normalmente é temperamental. Alguns latem.
 
 
Cuidados com o Chihuahua
 
O Chihuahua é um cão animado, mas que pode se exercitar correndo dentro de casa. Gosta de explorar o jardim ou fazer passeios curtos com coleira e adora acompanhar a família em atividades ao ar livre. O Chihuahua não é um cachorro para viver do lado de fora. Ele odeia o frio e busca calor. Os cuidados com o pelo são mínimos. Para cuidar do pelo, basta escová-lo duas ou três vezes por semana.
 
 
Saúde do Chihuahua
 
Principais Preocupações: nenhuma
Preocupações Menores: estenose pulmonar, hidrocefalia, luxação da patela, KCS
hipoglicemia
Vistos Ocasionalmente: nada
Exames Sugeridos: coração, joelhos
Expectativa de vida: 14-18 anos
Observações: É comum nessa raça haver um ponto frágil no crânio (moleira) devido ao fechamento incompleto.
 

Leia mais: Tudo sobre Chihuahua http://tudosobrecachorros.com.br/2012/09/chihuahua.html#ixzz2v2DurdZA

sábado, 22 de fevereiro de 2014

TUDO SOBRE BICHON FRISE

Alegre, brincalhão e esperto, o Bichon Frisé também é bastante meigo. De humor estável, adapta-se muito bem à vida em família e aprecia a companhia de crianças, com as quais brinca de bom grado. Esse pequeno cão manteve gosto pronunciado pelo campo, mas também se adapta bem à vida em apartamentos. Seu pelo necessita de muitos cuidados. Na cidade, é aconselhável levá-lo para passear várias vezes ao dia. Sem ser um cão de guarda, ele alerta no momento adequado.

Características do Bichon Frisé

  • Nível de energia : Muita
  • Exercício : Pouco
  • Brincalhão : Muito brincalhão
  • Nível de afeição : Muito apegado
  • Amigável com outros cachorros : Muito amigável
  • Amigável com outros animais de estimação : Muito amigável
  • Amigável com estranhos : Muito amigável
  • Fácil de Treinar : Difícil
  • Cão de Guarda : Sim
  • Habilidade de proteção : Não muito protetor
  • Cuidados com a aparência : Cuidados frequentes
  • Tolerância ao frio : Média tolerância
  • Tolerância ao calor : Média tolerância

Saúde

Apesar de ser pequeno, o Bichon Frisé é um cão ativo que precisa de exercícios diários. A pelagem estilo puff precisa de escovação todos os dias e tosa todo mês para mantê-la bonita. Não é um cachorro que pode viver fora de casa. Expectativa de vida: 12 a 15 anos,

Origem

Nascido durante o Renascimento italiano de um cruzamento entre o Bichon Maltês e outros pequenos cães, entre eles e o Poodle, esse cão foi o animal favorito de Francisco I. Engraçado e muito inteligente, destronou o Poodle nos salões no século XVII. Ele está na origem do verbo bichonner, que em seu sentido primitivo, em francês, significa "frisar os cabelos". Uma conhecida representação pode ser vista em Bilet doux, do pintor francês Fragonard. A popularidade que conheceu o Bichon Frisé na Espanha, particularmente durante o século XIX, foi tal que se criou uma raça espanhola, e esse cão de salão foi durante muito tempo chamado de Tenerife.